Os estilos definem o tipo de identidade gastronômica, o profissional conhecendo seu estilo realiza seu trabalho com mais segurança e harmonia, dirigindo seus esforços de maneira coerente com a personalidade que determinou para o seu empreendimento. Ser fiel ao estilo determinado para o seu negócio é fugir do sincretismo e dar um caráter profissional e bem definido aos seus produtos e serviços em A&B.
O Estilo Rústico: é a culinária ligada aos instintos humanos, as pessoas que tem este estilo, realizam na cozinha das fazendas, domésticas, das receitas populares onde os pratos cozidos tem espaço privilegiado, sempre cozidos em água com gorduras ou assados, estes com muito tempero e com cocções demoradas. Ex.: sopas, paella, bouef bourgoune, yakisoba, feijoada, ragús, arroz de carreteiro, etc.
O Estilo Desenvolvido: é um estilo que passa a reinar a partir da Nouvelle Cuisine, é da associação do cozido e cru, ou cozimentos variados, aparecimento de novas técnicas. Toda a culinária desenvolvida faz apelo às emoções, estimula os sentidos humanos. É a liberdade “de expressão” dos pratos, a quebra do tradicional. Enfim, os profissionais se preocupam que a apresentação e conteúdo focalizem o prazer do comensal. Ex.: pratos de criação, à La carte.
O Estilo Teatral: é o estimulo ao imaginário, um estilo que transporta além de sua criatividade e muito longe seus hábitos, este estilo não agrada a todos, só uma alma de artista ou uma alma curiosa é atraída para estes restaurantes que são em sua maioria, lugares da moda (branchés). É a cozinha artística e exótica, com características de leveza na apresentação, valorização amplificada do estético em união como ambiente, onde tudo interage. Ex.: cozinha japonesa (não rústica), gastronomia molecular de Hervé This, cozinha molecular do Chef Ferrán Ádria.
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